arukoru - álcool
bateren - missionário
bidama - bola de gude (bidoro: 'vidro'; tama: 'bola)
chokki - colete
kappa - capa de chuva
koppu - copo
shabon - sabão
domingo, 7 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
"Ter de" - "Ter que"
"Não é de rigor, mas recomendável, usar 'ter de', em vez de 'ter que', quando se quer exprimir obrigação, necessidade, em frases como estas: 'tenho de atender um doente', as verbas têm de ser bem empregadas e 'tínhamos de ser previdentes'.
(Domingos Pascoal Cegalla)
sábado, 30 de maio de 2009
Literatura Portuguesa
Em 1140, Portugal se separou do reino de Leão e Castela para se tornar um estado independente. Essa separação política não rompeu seus profundos laços econômicos, sociais e culturais com o resto da península ibérica. O mais forte desses laços era a língua: o galego-português.
O nascimento da literatura portuguesa coincide com o próprio país. É nas cortes dos reis e dos magnatas portugueses, galegos e castelhanos que o lirismo galego-português germina. Os trovadores galego-portugueses desenvolvem sua lírica amorosa claramente influenciados pela literatura provençal.
Acredita-se que o primeiro texto literário galego-português seja a "Cantiga da Ribeirinha ( ou "Cantiga de Garvaia"), que se supõe ter sido composta em 1198. (in: Abaurre & Pontara)
(*) As Cantigas foram preservadas em coletâneas manuscritas chamadas de Cancioneiros. Os mais importantes são: Cancioneiro da Ajuda, século XIII, contém cantigas de amor; Cancioneiro da Vaticana, da biblioteca do Vaticano, contém cantigas de todos os estilos; Cancioneiro da Biblioteca Nacional, o mais completo, neste há um pequeno tratado de arte poética trovadoresca - "Arte de trovar".
sexta-feira, 15 de maio de 2009
No dia do aniversário - Victor Cintra
No dia em que faz anos alguém,
os sinos do universo parecem dobrar
uma melodia isolada, pessoal,
única, só nossa!
Canto memorial
que vê janelas luminosas que se abrem:
muitas velas de alegria luzem,
e velas de tristeza também...
Da inquieta esperança - Mário Quintana
Da inquieta esperança
Bem sabes Tu, Senhor, que o bem melhor é aquele
Que não passa, talvez, de um desejo ilusório.
Nunca me dê o Céu... quero é sonhar com ele
Na inquietação feliz do Purgatório.
Bem sabes Tu, Senhor, que o bem melhor é aquele
Que não passa, talvez, de um desejo ilusório.
Nunca me dê o Céu... quero é sonhar com ele
Na inquietação feliz do Purgatório.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
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Quem sou eu
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- Professor da UECE (adjunto) e do CMF (titular); especialista em literatura luso-brasileira (UFC) e mestre em literatura (UFC)
Saudação
Bem-vindos ao mundo da Literatura!!
Participaremos experiências no campo da arte das palavras.
Saudações,
VC
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